
Fotografia como Terapia - Uma abordagem da Neurociência, da Psicologia e da Arte | Excelentes Protagonistas
ESTE PROGRAMA É PARTE DO CICLO DE DESENVOLVIMENTO E ORIENTAÇÃO EM FOTOGRAFIA | FAZER ACONTECER
Fotografia como Terapia
Uma abordagem da Neurociência, da Psicologia e da Arte, para o autoconhecimento, o bem-estar e uma vida mais plena
Modalidade 100% ONLINE, AO VIVO
Se entregar ao ato fotográfico é uma experiência que exige tempo, paciência, escuta e sensibilidade. Abre caminhos da percepção, amplia e transforma nossa maneira de perceber o mundo, as coisas e a nós mesmos. O ato de contemplar, observar, fazer uma fotografia, ou simplesmente apreciá-la, traz o instante para o agora e propõe analogias e metáforas com a própria existência. Reaprender a perceber o mundo por meio da fotografia, também propicia novas conexões cerebrais, com consequências positivas para os nossos pensamentos e compreensão das nossas emoções.
Convidamos você para esta grande jornada do olhar e ver, de dentro para fora, e de fora para dentro. Começamos com esta reflexão: Por que nos identificamos com determinadas imagens? Por que fotografamos o que fotografamos?
Conteúdo Programático
Cláudio Feijó | Descondicionando o Olhar | A fotografia é um instrumento de acesso muito profundo ao nosso inconsciente. Ela traz a possibilidade também da expansão de uma visão mais simbólica e significativa do mundo. Os diversos encontros que acontecerão aqui nesse curso estão interligados pela ideia da fotografia como elemento saca-rolhas do nosso mundo interior. Qualquer imagem pode ser lida de uma forma superficial ou então como de um mergulho profundo no nosso ser. Sendo você produtor de imagens ou observador atento. Como são diversas palestras e encontros você vai ter a responsabilidade de tecê-las entre si e achar o sentido que pode dar a esses conteúdos. Deguste. Reflexões e análises dos trabalhos durante as disciplinas práticas.
Fernando César de Souza | Banho de Floresta | As técnicas imersivas na natureza têm ganhado importância na vida das pessoas que moram em grandes centros urbanos ou em cidades do interior. Conhecido como shinrin-yoku, o banho de floresta foi criado nas cidades japonesas na década de 1980 e ganhou adeptos em todo mundo. Essa prática permite alguns exercícios de contemplação em parques ou jardins públicos como uma metodologia ativa de bem-estar. Alinhar o viés técnico e a sensibilidade presente na fotografia com a prática do banho de floresta é dialogar com o espaço vivo e real do meio. A aula nos convida para as reconexões diante da potência criativa da natureza.
Lis Leão | Fotografia e Natureza: Conexões para o Bem-Estar e a Reconexão com a Vida | Esta disciplina propõe um mergulho no encontro entre o olhar fotográfico, a natureza e o bem-estar, articulando neurociência, saúde planetária, psicologia ambiental e estética. Serão quatro encontros temáticos que exploram como a fotografia pode ser instrumento de presença, escuta e cuidado, tanto do mundo quanto de si. Por meio de referências científicas vamos investigar o potencial da imagem para promover saúde, reconexão com o mundo natural e engajamento com a conservação da biodiversidade.
Maurício Antônio Silva (CRP 08/46217) | Neurociências e Fotografia Terapêutica| A fotografia pode ser compreendida não apenas como técnica ou linguagem artística, mas como um campo de experiência no qual percepção, emoção e significado se entrelaçam. Quando integrada a contextos terapêuticos e educativos, a imagem torna-se mediadora entre o sujeito e sua própria experiência, favorecendo reconhecimento e elaboração do vivido. A neurociência contemporânea contribui para essa compreensão. Pesquisas de Antonio Damasio demonstram que emoção, memória e consciência participam conjuntamente da construção de significado. As imagens, ao mobilizarem processos perceptivos e afetivos, podem favorecer recordação, organização narrativa e integração da experiência. Essa perspectiva dialoga com contribuições da psicologia e da fenomenologia. Em Carl Rogers, a relação terapêutica sustenta condições para que o sujeito entre em contato com sua própria experiência. A fotografia pode atuar como mediadora desse encontro, oferecendo um suporte concreto para tornar aspectos do vivido visíveis e compartilháveis. Na fenomenologia de Maurice Merleau-Ponty, a percepção é entendida como experiência encarnada, na qual corpo e mundo se constituem mutuamente. A imagem não é apenas representação do real, mas parte da maneira como o sujeito percebe, interpreta e habita o mundo. A disciplina parte da articulação entre psicologia, fenomenologia e neurociência para investigar como a fotografia pode contribuir para processos de autoconhecimento e compreensão da experiência humana. Nesse contexto, a imagem deixa de ser apenas registro e passa a integrar práticas de escuta, mediação e investigação da subjetividade.
Ricardo Moraes | Fotografia & Autoconhecimento: Um mergulho no inconsciente através da imagem | Toda produção artística revela partes de nós. Na fotografia, esse revelar vai além do visível. Cada clique é um convite para olhar para dentro — para nossos desejos, memórias, ausências e silêncios. Ao buscar inspiração ou temas de interesse, nos conectamos com algo que, muitas vezes, nem sabíamos que estava lá, e esses conteúdos produzem sinais e reações como forma de se tornarem conhecidos ao autor. Quando observadas com sensibilidade, essas imagens nos colocam frente a frente com aspectos profundos do nosso ser — conteúdos inconscientes, emoções veladas, simbolismos que escapam às palavras. Essa é a potência da fotografia como linguagem não verbal: ela comunica, expressa e revela — mesmo sem usar de palavras. Somos feitos de camadas, e muitas das respostas que buscamos para crescer, compreender e transformar nossas vidas estão imersas nesse universo simbólico que habita cada imagem. Busco nesses encontros a conexão a esse universo.
Sheila Oliveira | Autorretrato | O autorretrato fotográfico pode ser mais do que um reflexo, tornando-se um gesto de escuta sensível. Serão apresentadas algumas fontes de inspiração e provocação para a produção de autorretratos poéticos, abrindo espaço para as novas e possíveis formas de ser e de estar no mundo. Um mergulho no espelho em busca das imagens que querem ser ouvidas, como gesto poético de escuta profunda e de reinvenção sensível de si.
Yuri Bittar | Miksang (O Olho Bom) ou Fotografia Contemplativa| A busca por um estado mental aberto, curioso, um olhar que antecede o aceitar ou rejeitar, que vive cada momento, concentrado em apenas ver. Antes de uma técnica de fotografia, é um estilo de vida. Por meio da contemplação, a prática propõe ver a realidade sem pré-conceitos, fórmulas, definições, ansiedades, objetivos etc., apenas ver, trazendo a experiência para o cotidiano e para o agora, permitindo ver o “novo” no banal e no ordinário.
Para quem é destinado
Artistas, psicólogos, terapeutas, ou qualquer pessoa interessada em desfrutar desta incrível experiência.
Não é necessário câmera profissional e nem ser fotógrafo. As imagens podem ser capturadas com um smartphone, câmera compacta ou DSLR, ou seja, pode ser utilizado qualquer equipamento.
Os encontros ficam gravados e disponíveis por pelo menos 7 dias.
2026 | Inscrições Abertas
T5.FOTOTERAPIA
100% online* e ao vivo
início 3/8
às segundas NOITE
das 19h30 às 21h30
20 encontros
Investimento
Matrículas abertas
Matrícula 247** + 6x 368
Valor da matrícula 247,00 via pix (whatsapp), ou 287,00 via PagBank (botão Inscreva-se)
A matrícula*** pode ser paga aqui pelo PagBank ou via pix. Para PIX, envie uma mensagem via whatsapp aqui no canto inferior direito desta tela.
As parcelas vencem todo dia 15, começam no mês de início do curso e devem ser pagas via pix.
Atenção
Ao fazer sua inscrição, informe a turma escolhida na tela de pagamento da matrícula (PagBank), ítem "Resumo do Pedido", campo "Observações". Caso opte por PIX, informe pelo WhatsApp, no botão aqui no canto direito desta página.
*Usamos a plataforma Meet. 100% ONLINE, AO VIVO
** As parcelas vencem no dia 15 de cada mês (via Pix). Depois do vencimento, sofrem um acréscimo de 6%.
*** Na inscrição, você estará pagando somente a matrícula.
Desistências/ Cancelamentos
Desistências/ Cancelamentos durante o curso devem ser informados com DOIS MESES de antecedência do cancelamento e os valores pendentes deverão ser quitados. Para desistências/ cancelamentos com menos de 10 dias antes do início acarretará o pagamento da primeira parcela (além da matrícula). Para trancar a matrícula, após iniciado o curso, o participante deverá continuar o pagamento do curso. Não há devolução da matrícula em nenhum caso de desistência.
Ao fazer a sua inscrição, você concorda com esta política de desistência/ cancelamento.
Protagonistas
claudio feijó
Protagonista do curso Fotografia Documental PRO e Fotografia como Terapia
Pedagogo, psicólogo clínico e professor de fotografia.
Links
https://medium.com/paraty-em-foco/entrevista-com-claudio-feijó-62a1df3323ce
http://www.youtube.com/watch?v=cACZnvFVkRc
fernando césar de souza
Protagonista do curso Fotografia como Terapia
Pós-doutorado em Educação PUC/SP. Doutorado em Educação: currículo, PUC/SP. Mestrado em Educação, UNICID/SP. Especialização em Bases da Medicina Integrativa pelo Ensino Albert Einstein - IIEP. Cursos de Medicina & Narrativa, Faculdade de Medicina UNESP. Coordenador Educacional no Senac São Paulo. Pesquisador do Grupo: Gestão, Educação e Cuidados em Saúde e Enfermagem, Universidade Federal do Rio de Janeiro. Terapeuta integrativo em Banho de Floresta, pelo Forest Therapy Hub - FTHub.
lis leão
Protagonista do curso Fotografia como Terapia
Graduada em Letras e em Enfermagem. Especialista em Saúde Pública e em Educação. Doutorado em Saúde do Adulto e do Idoso pela Universidade de São Paulo. Pós-doutorado em Ciências Humanas, pela Universidade de Estrasburgo. Pesquisadora sênior e docente do Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein. Líder do Grupo de Pesquisa e-Natureza: estudos interdisciplinares sobre clima, conexão com a natureza, saúde, bem-estar e conservação da biodiversidade (CNPq). Membro do Comitê de Especialistas em Saúde e Natureza do Academic Consortium for Integrative Medicine and Health, da Nature and Health Alliance e da União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN). Editora do livro “Natureza, Clima e Saúde Pública). É fotógrafa apaixonada por vida selvagem. Para ela, a fotografia é mais do que uma técnica de registro visual; é um estado de presença, um reconhecimento do outro e do que emerge do encontro genuíno entre dois seres. Seu olhar busca momentos de profunda conexão, sendo essa a principal motivação de seu trabalho.
maurício antônio silva
Protagonista do curso Fotografia como Terapia
Mauricio Antonio Silva é psicólogo, escritor e profissional da área de Artes Visuais, com trajetória marcada pela intersecção entre arte, imagem e psicologia. Graduado em Psicologia pela UniFil e Pós-graduando em Psicologia Positiva e Bem-estar pela PUC-RS, dedica-se à pesquisa e à prática de intervenções psicossociais que utilizam a fotografia como instrumento de expressão simbólica, construção de vínculos e fortalecimento da dimensão humana nas relações sociais. Na área das Artes Visuais, atua por mais de duas décadas como fotógrafo e diretor de fotografia, tendo realizado trabalhos no Brasil, Estados Unidos, Inglaterra, Irlanda, Itália e Áustria. É membro votante da Academia Latino-Americana do Grammy desde 2019 e já produziu imagens para mais de 70 projetos fonográficos, com publicações nas principais gravadoras do país — Som Livre, Sony, Universal e Warner. Paralelamente à carreira artística, desenvolve projetos psicossociais voltados à valorização da experiência humana por meio da arte. Suas intervenções com o uso da fotografia e cinematografia foram aplicadas em instituições como a APS Down, o Lar São Vicente de Paulo e o Centro de Atendimento à Mulher (CAM). Nessas ações, a fotografia é abordada como linguagem terapêutica e meio de reconstrução simbólica do sentido de vida. É autor do Livro Psicologia e Fotografia: Fundamentos, olhares e práticas terapêuticas (2024), resultado de experiências e pesquisas desenvolvidas sobre o uso da fotografia em contextos clínicos e psicossociais, explorando sua aplicação como recurso expressivo e colaborativo nos processos terapêuticos, e diretor do documentário "Ubuntu - Somos Humanos".
ricardo moraes
Protagonista do curso Fotografia como Terapia
Psicólogo clínico desde 1988, fundamentação psicanalítica (Freud) atuando na área de saúde privada (consultório) e pública (coordenação e gerência). Gestor de projetos na área de saúde pública, com titulações no nível municipal, estadual e internacional (epidemiologia). Trabalhos apresentados em congressos regionais e estaduais. Advogado. Artista plástico nas modalidades de tapeçaria, escultura, resina, pintura a óleo (Ex: reinauguração do Museu Dimitri Sensaud de Lavoud- SP). Teatro (Macunaíma|). Fotografia documental, de eventos e de espetáculo (desde 2018). Exposições fotográficas com coletivo VivaRua, Faculdade de Ciências Biomédicas – USP/SP (Biblioteca Brasiliana e Rest. Sweden). Atualmente envolvido em projeto com jovens em ONG -SP, desenvolvendo e estimulando potenciais através do uso da fotografia.
sheila oliveira
Protagonista do curso Fotografia como Terapia
Sheila Oliveira é artista visual com trajetória dedicada à imagem fotográfica desde 1988. Formada em Biblioteconomia e Documentação (FESP-SP), desenvolve um trabalho que entrelaça imagem, memória e afeto como camadas simbólicas de um arquivo sensível. Pós-graduada em Arteterapia (IJEP), investiga o autorretrato e a fotografia experimental como práticas de escuta entre corpo e alma. Foi premiada pela Casa do Olhar (2011, 2014) e pelo 2º Prêmio Mundie (2018), quando lançou o fotolivro "Biblioteca Íntima". Apresenta seu trabalho em festivais e exposições no Brasil e no exterior, com obras em acervos institucionais e coleções particulares.
yuri bittar
Protagonista do curso Fotografia como Terapia
Fotógrafo desde 1998, tendo atuado profissionalmente em revistas e como fotógrafo de eventos. A partir de 2007 se tornou fotógrafo de rua, e desde 2012 pratica a fotografia contemplativa, tema sobre o qual desenvolveu sua tese de doutorado. Já teve diversas fotos publicadas em revistas de prestígio, além de exposições individuais e coletivas. Desde 2008 leciona fotografia, e atualmente é pesquisador e professor universitário na área das humanidades em saúde no CeHFi-UNIFESP. É também Designer (Mack), Historiador (USP), mestre e doutor em Ciências (UNIFESP), e instrutor de Mindfulness certificado. Site pessoal: www.yuribittar.com
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PROJETO VIVARUA "PESSOAS REAIS"
NA FOTO DO FLYER, ARI HOLLAENDER
FOTO DE PAULALYN CARVALHO
ARI POR ELE MESMO:
5 curiosidades sobre mim:
1- Ari significa 'Leão'; Hollaender significa 'Holandês'.
2- Eu tenho imenso TESÃO por motociclismo, animais, videogames, leitura, marketing, economia, negócios, empreendedorismo, audiovisual, fotografia, esportes, náutica, viagens, feiras, teatro, televisão, aviação, proteção civil, geografia, tecnologia, biologia.
3- 2 das habilidades que eu mais procuro desenvolver na minha vida é: CORAGEM e CAPACIDADE PARA ADAPTAÇÃO E MUDANÇA.
4- Em 2014, decidi fazer o que muitos querem, mas poucos fazem: uma viagem de volta ao mundo. Conheci 12 países e 24 cidades. Foi minha jornada pessoal de autoconhecimento e descobertas. Meu MBA. Meu oxigênio e meu coração.
5- Escrevo 2 artigos por mês. É minha maneira de manter contato, mostrar que ainda estou vivo e compartilhar minhas ideias de vida. Lancei meu 1º livro compilando 29 deles: ‘Sobre coisas maravilhosas que te aguardam’> https://clubedeautores.com.br/livro/sobre-coisas-maravilhosas-que-te-aguardam





